Este jantar tem um custo de 65 euros por pessoa, aos quais acrescem 35 euros no caso de se optar pela harmonização com os vinhos propostos. Neste último, os destaques são os “cocktails de autor” e os “vinhos portugueses”, estando a carta de vinhos fortemente ligada à região. A abertura oficial está agendada para hoje, terça-feira (11), com a realização de um jantar especial de Magusto. Agora, este restaurante abre as suas portas a todos os que o queiram visitar, oferecendo a Viana do Alentejo mais uma atração gastronómica. E é esta a razão comercial que levou a ACISB promover a iniciativa, criar mais motivos de visita a Bragança, com foco especial na vizinha Espanha, que por tradição tira férias durante a Semana Santa, tendo maior disponibilidade para viajar e para se deslocar a Bragança por motivos gastronómicos. Para além deste prato cada um tem total liberdade para estimular a sua criatividade e surpreender o cliente, com menus completos ou pratos soltos integrados na ementa.

Sobremesas

A razão é simples, historicamente era um produto relativamente barato, com enorme facilidade de conservação, nutritivo, saboroso e com uma imensidão de formas de o confecionar, resultando em pratos muito diferentes. O bacalhau não sendo um produto local é, provavelmente, o peixe com maior importância na gastronomia transmontana. Para além do bacalhau o prato inclui diversos ingredientes muito usados no território, como o azeite, batatas, alho, cebola, louro, ovos, pimento vermelho e o “colorau” (pimentão moído), uma influência da vizinha Espanha, que usa este produto com muita frequência na sua gastronomia.

Inaugurado em outubro de 2018, este estabelecimento ocupa um edifício histórico, oferecendo uma sala de refeições envidraçada com vistas privilegiadas sobre o movimento da cidade.

  • A partir deste domingo, 17 de outubro, serão inauguradas em modelo de soft opening, duas novas opções gastronômicas, ambas com o cardápio assinado pelo premiado chef Pedro de Artagão.
  • É complicado definir a cozinha de Taiwan, porque por lá passou muita gente e há muita política à mistura.
  • Embora não entrem aqui produtos de origem animal, reinam os melhores sabores mexicanos.
  • A abertura oficial está agendada para hoje, terça-feira (11), com a realização de um jantar especial de Magusto.
  • É habitual encontrarmos a sala cheia, com muitas conversas cruzadas, e gente à espera para sentar.

Bonita Bar e Cozinha

Eles oferecem um menu fixo por 11 euros, composto por dois pratos, uma bebida e sobremesa. A sobremesa foi uma boa surpresa um pudim de queijo com caramelo, amêndoa e canela que estava divinal foi uma excelente forma de terminar o jantar. A sala apresenta uma decoração moderna e cosmopolita onde terá o prazer de colecionar agradáveis momentos e experiências gastronómicas. A sua aposta na comida tradicional portuguesa, com especial ênfase nos sabores transmontanos e em pratos de confeção irrepreensível como a posta, atrai um público vasto. Outros comentários sugerem que, por vezes, o serviço pode tornar-se algo caótico, com a equipa a informar os clientes sobre a indisponibilidade de pratos de forma faseada, o que pode gerar alguma frustração. Um atendimento rápido e eficiente, mesmo em momentos de maior afluência, é uma mais-valia que solidifica a reputação do restaurante como um local de paragem obrigatória para quem visita a cidade e procura refeições deliciosas num ambiente cuidado.

A carta percorre a gastronomia italiana com espargos sobre ricotta, escalope alla milanese, tártaro alla Veneziana e bruschetta de lardo di Colonnata. O chef encarou o desafio de frente e hoje tem nas mãos um dos mais entusiasmantes restaurantes de alta-cozinha na cidade. O espaço é pequeno e descontraído, mas convém fazer reserva. O resto é pura criatividade – em combinações improváveis de sabores e texturas que fazem o palato viajar. Para ambos está prevista a harmonização, a partir de uma carta de vinhos cuidada e que foi sempre um dos cartões de visita da casa.

No Duro de Matar, há tacos, mas não levam carne de vaca. Já nos dias de cozido à portuguesa, quarta-feira e sábado, o melhor é chegar cedo porque são especialmente concorridos. Na altura certa, é um dos melhores restaurantes da cidade para comer lampreia, vinda precisamente do Alto Minho. Apesar de várias ameaças existenciais devido, mantém-se firme e com uma cozinha imaculada. A saída de Pedro Pena Bastos deixou Rodolfo Lavrador, o seu braço direito, aos comandos da cozinha do Cura, um dos restaurantes do Ritz Four Seasons, detentor de uma estrela Michelin.

Duas dezenas de restaurantes de Bragança aderem à Semana Gastronómica do Bacalhau

Ao domingo enche-se de famílias nepalesas, a cozinha fervilha e o carvão nunca descansa. Num espaço simples, de antigo snack-bar, aproxima Mediterrâneo e Médio Oriente sem cair na fusão fácil. Na mais célebre casa das Portas de Santo Antão, tudo acontece à boa maneira antiga, seja ao balcão ou nas mesas do restaurante, apesar de a experiência ser bem diferente. O Flamma é um sítio de espetadinhas, com espírito de neo-boteco, mas a cozinha da chef brasileira, formada no País Basco e há muito em Portugal, não tem geografia, só criatividade e sabor. Nas sobremesas, brilha a tarta de queso, bem cozida por fora e líquida no interior. Há outros pratos que raramente desaparecem, como a bocata de orelha crocante com salsa brava, a tarte tatin de alho francês com mortadela trufada ou o robalo confitado com gazpachuelo de codium.

Portugal: Destinos em destaque

Na cozinha, Dona Lina, continua a preparar caril de gambas https://tribunasportsbar.pt/ com coco espremido à mão, bojés e chamuças estaladiças. Obrigatória é a lula de torneira grelhada e manteiga de ovelha, um clássico do chef, que está amiúde ao balcão, juntamente com Lívia Orofino, que trouxe com ele do Feitoria. Não sendo um restaurante de bairro nem barato, a relação entre produto, técnica e preço é justa. Em 2026, abriu um novo espaço em Lisboa, na Baixa, mais exactamente dentro do Hotel 1904, do Benfica.

Ainda que não pertençam ao restaurante mas sim ao condomínio, seria de bom tom mantê-las limpas e operacionais, a condizer com o espaço criado, bem como climatizadas, principalmente nesta região. Quando alertado para esta situação, o chefe de sala limitou-se a perguntar, com rudeza, se se pretendia que fossem trocados os pratos. Resumindo para 2 pessoas com entradas um acompanhamento extra, um copo de vinho, uma cola e uma sobremesa paguei cerca de 40€ faz jus a qualidade da comida e à localização excelente do restaurante. Contudo, os potenciais clientes devem estar cientes das possíveis falhas no serviço, que pode ser lento em horas de ponta, e do desconforto que podem sentir em dias quentes devido à climatização deficiente. A sua cozinha, ancorada na comida tradicional portuguesa e celebrada pelo seu bitoque, é o seu maior atrativo e o principal motivo para uma visita. Embora seja descrito como um espaço tradicional, um problema recorrente mencionado por vários clientes é a climatização, ou a falta dela.

A carta tem duas dezenas de pizzas, de massa fina e rústica, embora a história deste restaurante se faça igualmente de saladas, pastas e risotos. O aviso serve a quem esta informação poderá servir de entrave. Outro espaço onde se pode encontrar Leonor é no Bibs. Croquetes, pastéis de bacalhau, mousse intensa e vinho a jarro completam o quadro de uma sala cheia de clientela fiel.

A comida é deliciosa e os ingredientes são típicos da região da Transmontana. Comi um rodeão que estava delicioso e a sobremesa…um final feliz para uma bela refeição 😊👏👏👏👍👍👍 Exelente atendimento, preço qualidade tmb exelente, elegância e pratos regionais para quem gosta de comer com qualidade e quantidade! Restaurante novo muito bem localizado que merece a visita! A sobremesa foi do melhor que comi. A sobremesa estava delicada e bem decorada.